Ensaios Fotográficos

Henrique Fornazin – Zizo. Marianas e Manoéis*: retratos de uma ocupação

A ocupação Manoel Congo é vizinha à Câmara Municipal do Rio de Janeiro, localizada na região da Cinelândia. Organizada pelo Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM) completou - em outubro de 2011 - quatro anos de existência. O prédio, em pleno coração do Rio de Janeiro, era de propriedade do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e permaneceu por cerca de 15 anos fechado e sem uso. Em 2007, 42 famílias de trabalhadores e trabalhadoras de baixa renda ocuparam o local, transformando as antigas salas de escritório em moradia. Para além do morar, elas construíram espaços para atividades coletivas como as salas de reuniões, a casa de Samba Mariana Crioula e o espaço Criarte que propõe reforço escolar, recreação e oficinas de produção cultural.
O trabalho de manutenção do espaço - limpeza, segurança, luta jurídica e formação - cria uma sociabilidade que foge ao encontrado convencionalmente nos condomínios de moradia formal. Esse ensaio fotográfico é uma pequena mostra desse cotidiano.

* Título em referência a Manoel Congo e Mariana Crioula líderes quilombolas da região de Vassouras, adotados como símbolos pelos moradores da ocupação.

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Marianas e Manoéis
Marianas e Manoéis
Marianas e Manoéis
Marianas e Manoéis
Marianas e Manoéis
Marianas e Manoéis
Marianas e Manoéis
Marianas e Manoéis
Mariana Leal Rodrigues. Folhas e Curas

Para cada planta, uma história de cura. No interior da Paraíba, mulheres trabalhadoras rurais mantêm viva a tradição de cuidar da saúde com seus remédios “do mato”. Elas cultivam pequenas hortas durante o ano todo, inclusive na época da seca, através de estratégias de armazenamento de água, que incluem tanques de pedra e cisternas para armazenamento da água da chuva. Seus quintais reúnem dezenas e até centenas de espécies de plantas medicinais.
Essas práticas se repetem por todo o Brasil. No Rio de Janeiro, a Rede Fitovida reúne mais de mil integrantes comprometidas com a preservação desses saberes. A pesquisa Folhas e curas em imagens: a circulação do conhecimento no Rio de Janeiro e na Paraíba* teve por objetivo verificar como esses saberes são transmitidos.

*Esse ensaio fotográfico foi realizado nos municípios de Solânea e Massaranduba, na Paraíba, em julho de 2011.

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Folhas e Curas
Folhas e Curas
Folhas e Curas
Folhas e Curas
Folhas e Curas
Folhas e Curas
Folhas e Curas
Folhas e Curas
Abílio Afonso da Águeda. O fotógrafo Lambe-Lambe: guardião da memória e cronista visual de uma comunidade

Pesquisa desenvolvida no período de 2004/2008 no Programa de Pós-Graduação em
Ciências Sociais (PPCIS / UERJ), sob orientação da Profª Drª Clarice Ehlers Peixoto.

O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe

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Camile Vergara. Museu de Colagens Urbanas: os Haouka da Copa do Mundo

Este ensaio composto de nove montagens fotográficas, na qual algumas imagens são sobreposições de mais duas ou três, é construído com o intuito de refletir sobre o processo de colagem e fragmentação do tempo/espaço urbano. Constitui parte da pesquisa de mestrado: corpo transgressão: manifesto performance (uma análise da economia política do corpo em performances de rua no Rio de Janeiro), coloca em dialogo performances urbanas decorrentes de processos de resistência, como os levantes de junho de 2013 com espaços da cidade em um exercício de reconstrução histórica. O estudo encontra referência na teoria do dispêndio de Georges Battaile (1975) e sua relação com a prática espacial de Henry Lefebvre (1986). Dialoga também com as noções que permeiam a passagem da sociedade disciplinar de Foucault (1988) para sociedade de controle de Deleuze (1990), em que o exercício performático atua sobre a desconstrução do corpo passivo e limpo dando lugar a um corpo mais combativo e menos vulnerável aos aparatos codificadores.

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Museu de Colagens Urbanas
Museu de Colagens Urbanas
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Edney Clemente de Souza. Boa Vista do Ramos, AM.

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Boa Vista do Ramos, AM.
Boa Vista do Ramos, AM.
Boa Vista do Ramos, AM.
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Boa Vista do Ramos, AM.
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Boa Vista do Ramos, AM.
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Boa Vista do Ramos, AM.
Boa Vista do Ramos, AM.
Boa Vista do Ramos, AM.
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Boa Vista do Ramos, AM.
Boa Vista do Ramos, AM.
Boa Vista do Ramos, AM.
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Boa Vista do Ramos, AM.
Ana Paula Ribeiro. Azul. Uma declaração de amor à Iemanjá,
a velha dona do mar.

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Azul
Azul
Azul
Azul
Azul
Azul
Azul
Azul
Azul
Azul
Francisco Valdean. Mulheres da Maré - Still do documentário Das Nuvens para Baixo

Geandra, Dona Iraci, Genalda e Edilma são personagens do documentário "Das Nuvens para Baixo", um filme antropológico rodado nas favelas da Maré pela socióloga Eliska Altmann e o antropólogo Marco Antonio Gonçalves. No filme, as mulheres moradoras da Maré “interpretam” seus próprios diários.

 

Geandra é atriz profissional com longa trajetória de atuação no grupo de teatro Cia Marginal, no filme, além de sua própria experiência de vida, ela conduz cenários do livro o “Quarto de Desejo” da escritora Carolina Maria de Jesus.

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Mulheres da Maré
Mulheres da Maré
Mulheres da Maré
Mulheres da Maré
Mulheres da Maré
Inês Queiroga Coelho. Arte e Juventude: Identidade em Sobreposição.

Este ensaio centra-se na tragetória, ou melhor, em fragmentos da trajetória de uma das jovens pesquisadas. Imagens e trechos de conversas com a jovem articulam-se, assim como tecido e fio, de modo a costurar e nos deixar entrever camadas ora em harmonia, ora em conflito que permeiam a sua pessoa. Uma narrativa fotográfica em que tema e linguagem se fundem, transpondo no corpo e em material "sensível" um caminhar espaço-temporal por seus diferentes universos e momentos de vida, de modo a construir, assim, uma grande colcha de retalhos que apenas começa a ser tecida.

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Identidade em Sobreposição
Identidade em Sobreposição
Identidade em Sobreposição
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Museu de Colagens Urbanas

A supersaturação das imagens mistura corpos e cenários e o que se vê é a multiplicidade fragmentada da malha (Ibden, 1986) com sentidos difusos que emergem e se concretizam na repetição. O efeito de congelamento da fotografia, assim como a ideia de realidade, se dilui na colagem que garante a velocidade moderna sobreposta a resistência ancestral.

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